Autodesenvolvimento

Resoluções do Poder Feminino

14:23


Em vários momentos do meu trabalho busquei livros que me esclarecessem o motivo pelo qual as mulheres com excelentes qualificações profissionais chegavam ao meu consultório queixando-se das condições de trabalho, da insatisfação com sua carreira profissional, não tendo certeza se o trabalho que desejavam realizar era mesmo aquele, queixavam-se da diferença entre a entrega profissional e o seu rendimento financeiro.

Outras mulheres, capazes, inteligentes, não conseguiam progredir, quiçá sentirem satisfação ou verem seu tão desejado sucesso profissional, proveniente segundo elas da falta de condição financeira para investirem em si mesmas. 

Outras chegavam com queixas referentes aos seus relacionamentos com o esposo, namorado, filhos, mas ficava evidente no decorrer do processo que era proveniente às suas crenças errôneas sobre sua capacidade profissional, e que as suas frustrações iam prejudicando ainda mais sua autoimagem e consequentemente a relação com as pessoas que mais amavam. 

Se eu prosseguisse, relataria centenas de queixas femininas em todas as áreas das suas vidas, e que no entanto são unicamente devido a insatisfação no aspecto profissional e consequentemente financeiro. E sem receio algum, afirmo que a resolução deste aspecto resolveria direta e indiretamente as outras dezenas de queixas que me são relatadas diariamente. A mulher quer "Poder" sim, mas precisa merecê-lo com as forças originais femininas, enclausuradas no inconsciente, e não lutando com o mundo masculino, e pelo "Poder" próprio do aspecto masculino, que não é sentido como de sua natureza e portanto fere. 

O mundo que se apresenta tem necessitado cada dia mais das qualidades femininas. Mas essa realidade, onde as mulheres assumem um lugar de dignidade, contribuindo para um mundo melhor e conseguindo manter sua feminilidade não é assim tão comum porque ela é a primeira a duvidar das suas qualidades. Esse comportamento precisa ser totalmente extinto se a Mulher quiser vencer de fato. Ao descobrir que tudo que acontece no seu aspecto profissional e financeiro é resultado do que você acredita de si mesma, você poderá alterar essa autoimagem e consequentemente a relação com seu trabalho, com o dinheiro e com as pessoas que você ama.

Algumas questões que precisam ser revistas, e a terapia é o campo perfeito para isso:

- Na prática o que fazer para melhorar no trabalho e ter um fluxo maior de dinheiro,

- Quais as crenças de pensamento e os padrões de comportamento contrários ao sucesso,

- As resistências psicológicas exclusivamente femininas que impedem o sucesso profissional e financeiro,

- Como enfrentar essas resistências e recuperar o entusiasmo,

- Os princípios da prosperidade.

Poder é a capacidade e habilidade de mudar nossas vidas, de definir nossas necessidades e resolvê-las. Sucesso não é ter muito. Sucesso é Ser e Ter o que você quer.

Qual é o nível de satisfação com seu Poder?

Luciana Sereniski
CRP 12/06912

Autodesenvolvimento

Trauma e Reaprendizado Emocional

16:38


Os atos de violência são mais traumatizantes do que catástrofes naturais, como um terremoto por exemplo. Um acidente, estupro, assalto, incidentes ocorridos apenas uma vez não são superiores, mas se equiparam às situações de maus tratos na infância, abusos verbais, abandono, de forma constante, e até mesmo situações que não parecem como a persistente falta de dinheiro gerando brigas e inseguranças podem ser traumatizantes. São situações que geram trauma porque a mente entendeu que a pessoa foi escolhida para viver aquele sofrimento, ao contrário das catástrofes naturais, mesmo que em ambos tenha sido gerado o fator principal para ser trauma: a impotência em agir. 

Essa impotência, confirmada em muitas pesquisas é responsável por alterações bioquímicas no cérebro ficando desreguladas substâncias como adrenalina e noradrenalina, e fazendo com que o corpo se mobilize para uma emergência, mesmo quando é uma situação normal. No trauma qualquer situação ligada à ele também pode trazer essa sensação de urgência, alterando todo o corpo e emoção, pois evoca o trauma original.

Quero exemplificar com uma situação muito comum e que as pessoas nem tem ideia que vem de um trauma. Uma criança acompanha os pais desde muito cedo ao supermercado na compra do mês e sente a aflição deles ao pagar a conta, a resistência em pegar o dinheiro, o olhar constante para a tela de digitação de valores, o suor no rosto pela ansiedade dos pais, a espera do caixa do mercado, enfim a resistência em dar o dinheiro em troca da alimentação. Se essa criança viveu uma situação dessas, e normalmente não acontecia só para a alimentação, mas para pagar o aluguel, a luz, o gás, o material da escola, suas necessidades de roupa, tudo enfim, ela, até pela sensibilidade infantil foi assimilando aquilo e fazendo associações. Lidar com dinheiro quando adulta tornou-se traumático, e ela faz isso com angústia, nunca ficando dinheiro na sua mão. Ela precisa gastar, passar para frente, criar problemas, principalmente porque ela tem dificuldade de ganhar dinheiro já que associou ele a uma coisa horrível, que traz problemas para uma família. Ficando só na situação do supermercado, nos dias atuais essa pessoa pode ficar angustiada, ter falta de ar, acelerar o coração só de entrar num supermercado ou pensar que precisa ir, ou olhar para a caixa e ficar tremendo e confusa mentalmente ao pegar o dinheiro. E até ouvir música após as compras pode remeter ao trauma e lhe causar irritabilidade porque após as compras os pais voltavam ouvindo o rádio. Se voltavam brigando, na atualidade qualquer briga pode hoje gerar uma angústia terrível pois a leva ao trauma, a falta de dinheiro. 

A situação em si e tudo à volta pode ser contaminado quando um trauma vai se formando. Estas situações aparentemente inocentes são o motivo hoje de muitas pessoas não conseguirem ganhar o que desejam, pois apesar de desejarem muitíssimo o associaram a falta, de uma forma traumatizante. No tratamento psicoterápico quando encontramos a causa raiz conseguimos desamarrar o nó e liberar a emoção represada. Essa causa é responsável por nossas crenças, limitações, complexos e ao desatar o nó principal todas as associações feitas também são liberadas e a energia antes inconsciente que atuava prejudicando, agora fica disponível na consciência para criar uma nova realidade. Vejam, não é criada uma nova realidade após desatar, ela precisa ser construída após a liberação. Mas enquanto presa essa energia comandava a falta de dinheiro na vida da pessoa. 

É importante salientar que pessoas que sofreram traumas na infância estão suscetíveis a sofrer outros traumas. No processo psicoterápico após a liberação da causa raiz que pode ser rápida, se faz necessário o reaprendizado emocional e cerebral, pois apesar da emoção ter sido liberada os caminhos neurais ainda estão fortalecidos e podem agir sem nossa consciência. Essa reeducação é o que fortalece o senso de domínio sobre aquele traumático momento de impotência.

Há vários passos para estar no estado natural, consciente, e o primeiro deles é a conscientização de que não é preguiça ou resistência em mudar, só não sabemos o caminho para isso. Não estamos conseguindo sozinhos, apesar de sabermos que somos totalmente responsáveis pela mudança. Buscar auxílio profissional é sinal de que se está pronto para lidar com o trauma e com vontade de mudar. Esse é o início da mudança.

Luciana Sereniski
CRP 12/06912

Autodesenvolvimento

Estar no Agora

22:02


O pensamento é um aspecto para tomada de consciência. Mas podemos tomar consciência sem o pensamento. O estado de mente vazia, a entrega, o soltar é a consciência sem o pensamento. Com isso não ouso rebaixar o pensamento, apenas que deveríamos nos abster de ser controlados por ele. Precisamos aprender a pensar conscientemente.

Uma emoção é a representação de um pensamento energizado. A emoção quer assumir o controle e na maioria das vezes consegue porque nos identificamos com ela. Se os pensamentos e as emoções fossem somente positivos seria perfeito, mas na grande maioria das vezes o que produzimos são pensamentos e emoções negativos, doentios, destrutivos, e pior, de forma inconsciente. O que isso significa? Não tivemos nenhum poder de escolher o que pensar ou sentir, fomos escolhidos, e eles chegam para dominar.

Medo, raiva, ciúmes, inveja, tristeza, angústia, ansiedade, culpa, são alguns dos nossos visitantes. Atire a primeira pedra aquele que não sentiu um desses hoje. Mas se nos mantivermos Presentes, vivendo no Agora, olhando para o Momento essas invasões vão perder força. Se observarmos a emoção, se nos mantivermos atentos à elas no nosso corpo, e por segundos que seja dermos atenção, elas nos mostrarão o pensamento que as desencadeou. 

Se ao nos depararmos com o pensamento que originou esse mal estar, uma raiva por exemplo, ele perceber que foi descoberto, e se ele apenas for observado, sem confrontação, no controle da situação, ele não vai se sentir ameaçado e vai seguir o caminho que o originou, então saberemos o que está dentro de nós escondendo-se em grande parte por meses, ou anos, e provocando sofrimento para nós e para as pessoas envolvidas.

Estar no Agora para poder tomar consciência de pensamentos e sentimentos é estar abrindo os olhos para enxergar, porque por melhores coisas que haja no inconsciente, se não vierem à tona, é uma força agindo contra a Vida porque é sentido como impulso e não escolha, portanto sempre sendo contestado, duvidado e podendo assim ao invés de certezas gerar apenas mais insegurança. 

Luciana Sereniski
CRP 12/06912

Autodesenvolvimento

Resistência e Procrastinação

12:19


Aonde mais resistimos encontra-se nosso maior desafio. Aonde mais temos problemas é aonde mais nós precisamos evoluir. Por isso se torna tão difícil agir em determinadas situações, exatamente nas quais está o maior aprendizado, àquele que nos levará à próxima fase. Mas quando paramos para observar nossos comportamentos percebemos que não são em muitas situações que resistimos e procrastinamos. Mas nas que fazemos ficamos quase que inúteis física e psicologicamente. Resistimos tantas vezes em resolver a questão que a questão torna-se maior do que nós, e assim criamos um monstro com uma boa estrutura que parece querer nos devorar quando ousamos chegar perto. 

Todos nós já passamos por cães desconhecidos nas ruas, aqueles acompanhados por seus donos, mas soltos, latindo e nos provocando. Se seguimos em frente, não ligamos, não corremos, apenas seguimos, ele imediatamente para. Eles fazem isso por medo de nós. Mas há cães e cães. E não sabemos exatamente quais mordem. Com nossas questões resistentes e procrastinadoras também não sabemos exatamente que nível de agressividade elas têm quando vamos chegando perto. Mas não temos outro caminho. Precisamos contar com a autoridade do dono do cão, assim como na nossa capacidade de correr, se necessário. Também ajudaria a capacidade de acalmar o cão, mas aí eu sei, já é pedir demais para quem procrastina. 

Não arriscamos a: deixar uma relação abusiva, parar de fumar, buscar ou mudar de trabalho, parar de trair, mentir, parar de resistir à falar em público, parar de se alimentar descompensadamente, porque achamos que não estamos preparados para a causa que está abaixo desses sintomas. A questão é que nunca estamos preparados. Se percebermos aonde resistimos, como procrastinamos será um grande mérito, e já mostra nossa elevada consciência. Mas prontos. Não, nunca estamos. 

Sair de situações aonde haja a resistência é saltar no escuro, é voar com medo, é gritar sem voz, mas é agir. E as pessoas que mais avançam, evoluem e são felizes são as que vão direto para seus objetivos. E vão com as pernas trêmulas, engasgadas, com o coração saindo pela boca, mas vão. E normalmente começam fazendo mais ou menos o que se propuseram, mas, avançam incrivelmente. Matar um monstro interno é uma vitória que não acontece todo dia, mas quando acontece, todo o Universo se redireciona e olha para nós nos perguntado: Eu sei para onde você quer ir. Como posso ajudar?


Luciana Sereniski
CRP 12/06912

Autodesenvolvimento

Medo

16:42


Precisamos, para limpar a alma das nossas inquietações, imperfeições, dificuldades, fraquezas: focar, iluminar, dar atenção à isso. Ao colocarmos luz a “coisa” fica evidente e então podemos examinar e ajustar àquilo em nós. Caso isso não aconteça e insistamos em correr a vida sem essa varredura, seremos perseguidos pelo que impedimos de se manifestar, e sentiremos medo de nós. Esse medo das nossas sombras precisa vir à tona, pois a energia gasta para esconder algo é demasiadamente alta. Para nos manter vivos, já que não assumimos a sombra, o inconsciente dá seu jeitinho de nos fazer buscar àquela energia que a sombra agrupa, e joga a história para fora de nós, projetando. É quando começamos a sentir medo das coisas e das pessoas.

Colocar a atenção na sombra não é morar por lá. Muitas vezes por passarmos muito tempo no nosso escuro temos dificuldade para voltar, arrumamos uma depressão por exemplo, ou nem voltamos. Ficar parado focalizando apenas nos conflitos internos, nas dificuldades, deixando a vida girar em torno delas, colocá-las como peças centrais da nossa vida, acaba apenas alimentando mais àquilo, aumentando o medo, e se tornando perigoso para nós. 

O tempo certo é: se preparar, entrar, colocar luz, analisar, e ter uma ação imediata. Quando se coloca luz e se analisa se chega a conclusão de que a sombra sempre foi luz e agora participa do seu Todo. Mas o ajustamento dela após a primeira ação pode acontecer em 1 minuto, 1 hora, 1 dia, 1 mês, 1 ano, 10, 20...conforme seja necessário e dependerá da vontade colocada em resolver e do preparo emocional do momento. Embora só se enxerga como desajuste quando já se tem um certo preparo interno.

O medo de olhar para o que há em nós de “pouco amável e pouco belo”, terá como resultado a perda do nosso poder de pensar e agir com espontaneidade. A forma de nunca mas ter medo é nunca mais se dividir entre minha parte boa e minha parte má negada, e entender que esses dois lados e suas nuances nos tornam inteiros. Ao não ter mais essa divisão eu me reintegro e não existe mais o mal ou o bem, apenas o EU em processo de autodesenvolvimento. E o medo sem alimento não sobrevive.

Luciana Sereniski
CRP 12/06912

Autodesenvolvimento

Ansiedade

22:16


A ansiedade, dependendo da intensidade, pode ser mais perigosa do que a raiva. Num acesso de fúria, saímos do nosso centro, já com uma ansiedade frequente, o nosso centro desaparece e fica difícil encontrá-lo e nos encontrar, inclusive impossibilita a capacidade de adquirir conhecimento. Um fator adicional é que raramente sabemos exatamente o que causa nossa ansiedade.

Entre o medo e a ansiedade também há uma considerável diferença. A ansiedade é difusa, indeterminada, acontece por algo que pode vir a acontecer de fato, mas no princípio faz parte da imaginação de vir a Ser. O medo se refere a uma situação ou objeto específico, coisas ou situações fora de nós. Mas a ansiedade observa dos cantos interiores da mente e do sistema nervoso, escondida no Eu sem direção. Na depressão, assim como em outras patologias o medo se combina com a ansiedade generalizada e então temos um Transtorno.

A localização da ansiedade no corpo é no peito, por isso os problemas respiratórios, palpitações, assim como tensões nos ombros e nuca. A conexão com nosso Eu Sou, o Eu Superior, dissolve a ansiedade, pois voltamos ao centro. O que não é simples, já que foi exatamente pelo nível de ansiedade que ficamos desconectados. 

Apresento um excelente exercício para a reconexão: Em nós habita a criança interior, não aquela que pode ter sido machucada, reprimida, mal amada, mas a criança interior divina. 

Deite-se, relaxe e traga à mente um momento onde você ainda se conectava com a criança divina. Um momento de alegria, brincadeira, leveza, inocência, um momento onde algo mágico pode ter acontecido, já que ainda era quase livre de crenças negativas quanto à sua capacidade e sobre as coisas da vida. Onde psiquicamente ainda era o mais perto da pureza possível. Um momento em que ainda era ignorante sobre a vida e sábia sobre Si Mesma. Ao entrar em contato com ela lembre-se de quem és e fique perto por alguns instantes. Veja-a brincar despreocupadamente, dormir tranquila, existir leve, sonhar com o futuro. Após um tempo em sua companhia volte a Si trazendo junto essa criança ainda não corrompida com a necessidade de responder ao mundo sempre acertadamente, portanto ainda quase livre da pressão externa. Volte com a ideia de que seu maior problema seria esperar a aula acabar ou a lição de casa para poder brincar. Agora veja esse problema que está te causando ansiedade apenas como um dever de casa. Termine, fazendo o que pode ser feito, o que sabe fazer, feche o caderno, abra um enorme sorriso e vá brincar. 

Não sou tola o suficiente para achar que é simples, somente com esse exercício, controlar a ansiedade, mas acredite, na constância esse exercício fará muita diferença. 

Luciana Sereniski
CRP 12/06912

Autodesenvolvimento

Culpa

11:22


A culpa é uma das emoções mais evitadas, pois ela traz a mensagem de que violamos nossos padrões mais elevados e isso nos causa vergonha. Aprendemos a sentir vergonha por nossos erros. A culpa parece ser o indício de que somos maus, então preferimos carregar a culpa “escondida” à mostrar e tentar resolver os erros. Sentimos vergonha por não conseguir realizar corretamente, já que no íntimo queremos sim fazer a coisa certa. Por medo da condenação quando a culpa chega soando o alarme e trazendo as memórias ou situações para serem resolvidas, simplesmente o desligamos e voltamos a dormir, achando que se somente eu sei a verdade dos fatos, vai ficar tudo bem. 

Jung escreveu: “A Verdade sai do erro. Por isso nunca tive medo de errar, nem me arrependi seriamente.” A permissão para errarmos, dada por nós, favorece chegar à verdade. A citação de Jung pode ser uma forma de pessoas imaturas justificarem erros desejáveis, mas não são das pessoas mal intencionadas que o texto fala, e sim, de pessoas que estão em busca de evolução constante. Permitir o erro é dar abertura para mais acertos. Entender que o erro pode e talvez deva ser condenado, mas não a pessoa que o cometeu, esta apenas orientada. Isso evitaria muitas culpas, muitos sofrimentos e até muitos suicídios. 

A mente chega com uma certa programação herdada e à ela agregamos mais conteúdos, dentre os quais a necessidade de punição pelos erros. E faz sentido, se for no sentido do reequilíbrio. Mas por medo da punição que normalmente é acompanhada da vergonha as pessoas preferem continuar se machucando internamente à revelar que não são perfeitas. Por que é assim que queremos enxergar os outros e é assim que queremos ser vistos. 

Não importa como seja, a questão aqui é se libertar. Se responsabilize, peça perdão, confesse, aceite que não tem mais nada a ser feito. Quitar o erro é olhar para frente. São muitas as formas de exterminar com a autopunição. A resolução liberta a energia represada que volta a consciência e poderá ser usada para um fim benéfico. E como prêmio adicional, mas não menos importante se despedir da culpa traz um sono tranquilo, uma noite revitalizante, uma paz impressionante e uma beleza que fica estampada no brilho dos olhos. 

Que culpa você carrega? Quanto isso pesa? Quanto tempo és prisioneira?

Luciana Sereniski
CRP 12/06912