Autodesenvolvimento

Você sabe o que é acreditar para conseguir?

13:12


A cada início de ano é comum que mentalmente ou no papel tenhamos um projeto, um objetivo, uma meta ou muitas. Do lugar onde estamos cada objetivo parece no mínimo difícil. Seja ele emagrecer, ganhar mais dinheiro, melhorar um relacionamento, ter mais amigos, aprender um idioma, iniciar um curso, mudar de cidade entre outros mais específicos e cada vez mais íntimos. O desejo de alcançar algo, este é simples, de fácil acesso. Tê-lo mentalmente ou num papel, traçar inclusive passos para se chegar lá, apesar de ser um avanço comparado aos desejos que não saem do simples “eu queria” e que nem chegam a se tornar uma meta, não é suficiente para se conseguir o bom resultado.

O que se percebe é que, já no início os projetos são sufocantes, porque falta a princípio autoconhecimento, que leva em conta também nossas limitações; a aceitação de que se estivéssemos prontos já teríamos alcançado, ou seja, necessita de mudanças e que depende unicamente de nós; e que não basta ter um plano, não basta querer, nem desejar, nem ficar mentalizando, se você não ACREDITAR. 

ACREDITAR é ter a certeza, sem dúvidas, de que vai conseguir, de que se um modo falhar, encontrará outro, se um caminho se fechar, se abrirá outro. Um grande número de pessoas perde esse senso de certeza, tão logo as coisas começam a dificultar. Se fosse fácil não necessitaria de um plano. E tão logo as dificuldades começam, os sonhos adormecem e talvez sejam despertados no início do próximo ano. A maioria dos projetos é o mesmo há uns 10 anos, e as pessoas parecem tontas, num círculo vicioso, onde quase chegam, mas não concretizam.

ACREDITAR é dar passos. Se no momento onde decidiu, você não deu o primeiro passo, você não acreditou. Na verdade você ainda nem decidiu. Se espera que a situação se acomode aos seus desejos para tomar a iniciativa já perdeu tempo. O que vai determinar o sucesso ou o fracasso de qualquer meta é a busca “desesperada”, “apaixonante”. E nesse caso não importa o meio, a condição física porque você se adequa, nem a financeira ou a emocional. Se você determinou tal coisa para sua vida, de uma forma ou de outra você vai conseguir.

ACREDITAR é manter a chama acesa. É se munir de pessoas, coisas, situações que mantenham o desejo manifesto. Os que chegam até o final são os que aproveitaram o momento inicial de euforia e se empenharam além dos seus limites porque sabem que não muito distante como em toda jornada sentirão cansaço, terão fome, precisarão parar por momentos e surgirão dúvidas se vale mesmo à pena. Se não foi dispensado esse empenho ao projeto, ao objetivo, à meta, então não se acreditou que conseguiria. Mas ainda não é só isso.

Pagar meses de academia pode contribuir, comprar vários livros ajudará, se inscrever num curso será ótimo. Tudo serve. Mas perder o dinheiro da academia, do curso, dos livros ou qualquer outro investimento é o menor dos problemas para quem sempre desiste no meio do caminho. O maior empecilho é não ter uma VISÃO clara do que se quer. As lembranças encobrem uma visão porque nos trazem a ideia de que já falhamos em algum momento. Os olhos não permitem a visão porque focam somente no que tem no momento. Uma visão tem um preço a ser pago: de tempo, de mudanças, de desistências. Se você não consegue enxergar-se já vivendo o que objetivou você não acreditou, você não se permitiu ter uma visão. Portanto não está no controle de si mesmo. Seu foco está no TENTAR. Tentar é somente focar na luta. CONSEGUIR: esta é a palavra.

Luciana Sereniski
CRP 12/06912

Autodesenvolvimento

Pense antes de Falar

16:30


Sequestrar pode significar retirar alguém de sua condição de liberdade e colocá-lo sob o controle de outro. O sequestro ocorre à revelia do sequestrado e este pouco pode fazer para evitar o acontecido, já que é sempre tomado de surpresa e não dispõe de tempo para se defender.

Pois bem, o cérebro humano com frequência é palco de um tipo de sequestro, que é a palavra médica utilizada para designar aquele momento crítico em que a razão é superada por forte emoção em uma situação difícil. Quando a razão recupera o controle, instantes depois, o estrago pode já ter sido feito.

A parte do cérebro humano responsável pela lógica e que normalmente controla as decisões e atitudes das pessoas chama-se neocórtex. Trata-se daquela parte superficial, enrugada e cinzenta que forma a porção visível do cérebro quando se olha para sua figura inteira. O nome neocórtex significa algo como "casca nova". É a parte superficial do cérebro, que surgiu por último durante o processo de evolução. Só os seres humanos possuem neocórtex.

Mas é claro que o cérebro não surgiu com nossa espécie. Muito antes de o neocórtex surgir e nos diferenciar das outras formas de vida como um "ser pensante", já havia espécies com cérebro. Mais simples, sem dúvida, mas ainda assim um cérebro. O curioso é que, embora nossa massa encefálica tenha se aperfeiçoado ao longo dos milênios, as estruturas básicas, que formavam os cérebros mais primitivos, se mantiveram. Ou seja, nosso cérebro humano contém um cérebro de réptil. A estrutura mais primitiva é o tronco cerebral, responsável pelos instintos mais básicos. Depois disso, surgiu o sistema límbico, que é onde se processam as emoções. E foi dele que evoluiu o cérebro pensante - o neocórtex.

Lá no sistema límbico existe um componente chamado amígdala - que não tem nenhuma relação com as da garganta. Apenas o nome é o mesmo, só porque ambas lembram "amêndoas" em sua forma. A função da amígdala cerebral é funcionar como uma espécie de alarme que desencadeia reações de proteção em caso de alguma emergência. Ao perceber algum perigo, logo imagina o pior e trata de desencadear uma reação, que sempre será de fuga ou de agressão, porque essa é a maneira animal de manter a vida.

O curioso é que a amígdala recebe a informação do perigo antes do neocórtex. Por isso, a reação começa antes mesmo que a pessoa tome consciência do perigo. Muitas vezes nem há risco de verdade, mas até o raciocínio perceber isso o alerta já está dado. Parece incoerente, mas esse mecanismo garante uma percepção rápida do perigo. A natureza prefere errar por excesso de zelo.

Quando a amígdala toma conta da situação e provoca reações às vezes desproporcionais ao fato, dizemos que aconteceu o "sequestro" da razão. O neocórtex foi superado e controlado pela amígdala por alguns instantes. Muitas vezes isso é bom, porque aumenta a velocidade da resposta diante de um perigo. É o que faz uma pessoa saltar ao perceber um carro aproximando-se em alta velocidade. A percepção da tragédia não é cortical, racional. É amigdaliana, instintiva.

O problema é que a amígdala interfere também quando há outro tipo de perigo, não físico, mas emocional. Durante uma divergência de opinião, por exemplo, você pode perceber, repentinamente, uma espécie de perigo causado pelo rumo da discussão. Isso se dá de modo inconsciente e você não nota que está sendo tomado pelo sentimento de preservação de sua vida, ainda que seja a vida emocional. Sente apenas uma sensação de desconforto e medo, seguido da necessidade de agredir. De repente, pode acontecer o sequestro da razão e você terá, com certeza, uma reação violenta, por palavras ou atos, desproporcional ao fato que a causou. Faltou contar até dez.

Se o sequestro da razão ocorre de maneira espontânea, comandada apenas por nossa biologia, podemos fazer algo para controlar esse fenômeno? Tudo indica que sim, que podemos aumentar o controle da lógica sobre a resposta emocional. Aumentar esse controle significa, na prática, aumentar a inteligência, aquela que é chamada de inteligência emocional.

SEM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NÃO HÁ RELAÇÃO QUE SOBREVIVA. COMECE A TREINAR. MÃOS A OBRA.

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Luciana Sereniski
CRP 12/06912

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Regras úteis para viver a Vida

18:48


Nenhum de nós nasceu com um manual de instruções. Mas se viéssemos a essa vida com um manual, seria mais ou menos como descrito nas reflexões abaixo. Por isso, preste atenção nelas, certamente poderão servir para sua vida.

1) Você vai receber um corpo. Pode amá-lo ou detestá-lo, mas é a única coisa que você com certeza possuirá até o fim da sua vida.

2) Você vai aprender lições. Ao nascermos, somos imediatamente inscritos numa escola informal chamada "Vida no Planeta Terra". Todas as pessoas e acontecimentos são "professores universais".

3) Não existem erros, apenas lições. Crescimento é um processo de experimentação, no qual as "falhas" são tão parte do processo quanto os "sucessos".

4) Se não aprender as lições fáceis, elas se tornam difíceis. Problemas externos são o preciso reflexo do seu estado interior. Quando você limpa obstruções, seu mundo exterior muda. A dor é o jeito do universo chamar a sua atenção. Você saberá que aprendeu uma lição quando suas ações mudarem. Sabedoria é prática. Um pouco de alguma coisa é melhor do que muito de nada.

5) "Lá" não é melhor do que "aqui". Quando "lá" se torna "aqui", você vai simplesmente arranjar outro "lá", que de novo parecerá melhor que "aqui".

6) Os outros são meros espelhos de você. Você não pode amar ou odiar alguma coisa sobre o outro a menos que reflita algo que você ama ou odeia em você mesmo.

7) Sua vida, só você decide. A vida dá a tela, você faz a pintura. Escolha as cores e pegue os pincéis. Tome para você o comando de sua vida ou alguém o fará.

8) Você sempre consegue o que quer. Seu subconsciente determina quais energias, experiências e pessoas você atrai. Assim, o único jeito certeiro de saber o que você quer é ver o que você tem. Não existem vítimas, apenas estudantes.

09) Não existe certo ou errado, mas existem consequências. Dar lição de moral não ajuda. Julgar também não. Apenas faça o melhor que puder.

10) Suas respostas estão dentro de você. Crianças precisam de direção dos outros. Quando amadurecemos, confiamos em nossos corações, onde as leis universais estão escritas. Você sabe mais do que ouviu ou aprendeu. Tudo que você precisa é olhar, prestar atenção, e confiar.

11) Você vai esquecer de tudo isso. Mas pode lembrar sempre que quiser.

Do livro: "If Life is a Game These are the Rules“ de Cherie Carter-Scott

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Quer saber se você é uma pessoa de Sucesso?

22:34


Com a ajuda da internet, as empresas atingem milhões de clientes, e depois se esgotam tentando acompanhar as exigências dos negócios em tempo real. As pessoas chefiam equipes virtuais e dirigem projetos globais, e ficam exaustas de tanto viajar e responder e-mails. Não é surpresa o fato de tantas pessoas se preocuparem com o rumo tomado por suas vidas. Mesmo aqueles que se sentem instigados com o mundo dos negócios sentem que perderam o controle sobre o seu destino. Encaram dilemas com relação ao dinheiro e ao poder, a velocidade e a pressão do trabalho. A história está repleta de casos de pessoas que atingem o sucesso, ultrapassando de longe suas próprias expectativas, e depois desabam. Com o apoio dos escritos de Tom Morris, que aplica o conhecimento dos grandes pensadores como Platão, Sêneca, Sócrates, Aristóteles às empresas americanas, vamos tentar descobrir também uma pergunta: quanto é o bastante?

Ele diz que o maior caso de confusão de identidade na sociedade moderna diz respeito aos quatro marcos de sucesso público: dinheiro, poder, fama, status. Diz não ter nada contra a dinheiro, fama, poder e status, desde que sejam vistos como recursos e não como metas a alcançar. Por isso é difícil para essas pessoas responder a pergunta: Quanto é o bastante? Se a meta é ganhar dinheiro ou fama quando você pode saber se já conseguiu o suficiente? Pois todos sempre querem ir além daquilo que já tem.

A maioria das pessoas só reconhece seus limites quando os ultrapassa, só quando já se excedeu. Aristóteles já dizia que o problema do desejo é que ele se alimenta dele mesmo. Quando você consegue seu primeiro milhão, o impulso natural é querer ganhar 10 milhões. O desejo é um bom criado, mas um péssimo senhor.

Para auxiliar na resposta devemos pensar: Suficiente para quê? Para conservar determinado estilo de vida? Para lhe garantir segurança e a certeza de não se preocupar com o futuro? Esses objetivos tem preços, mas variam de pessoa para pessoa. Sêneca, orador, advogado, filósofo romano aconselhava a todos passar um dia por mês à base de pão e água e dormindo no chão duro. Por quê? Porque só então ela perceberia o quão pouco ela necessita para viver. Mas por seus medos as pessoas são impelidas ao excesso. Sêneca queria que as pessoas distinguissem suas necessidades de seus desejos e essa distinção é crucial para definir o que é “o bastante”.

Segundo Tom há na vida dois tipos de insatisfação: o do possuir e o da aspiração. A insatisfação do possuir gira em torno do desejo de possuir mais, e na cultura que vivemos é difícil estabelecer limites. Essa insatisfação não é saudável, pois é provocada por um vazio que jamais será preenchido.

Já a insatisfação da aspiração é uma insatisfação saudável. Ela não diz respeito ao que você quer adquirir, mas se tornar. Quanta sabedoria é o bastante? Quantas ideias e experiências interessantes são o bastante? Diferente da pergunta: “quanto dinheiro é bastante?”, essas são perguntas que não admitem respostas absolutas. Essa insatisfação empurra você a crescer, a expandir seus horizontes, a ser mais amoroso, a ser mais eficaz nas coisas que faz. A grande chave para a satisfação é algo que quase sempre nos escapa. Não é conseguir o que queremos, e sim querer aquilo que conseguimos.

O sucesso nunca deve ser confundido com riqueza ou poder, mas a excelência e ao sentimento de realização. O sucesso diz respeito a quem você é, e não ao que você possui. As pessoas bem sucedidas descobrem seu dom, desenvolvem e o utilizam também para beneficiar os outros. Cícero, Sócrates e Sófocles teriam muito a criticar na atual literatura sobre sucesso, pois ela sempre trata de como conseguir o que você deseja: uma bela casa, um carro, uma promoção. Fala que você deve decorar o nome de todo mundo que conhecer, apertar sua mão com firmeza e chamar a pessoa pelo nome, sempre com o objetivo de criar uma boa imagem. As pessoas não precisam de ajuda para inventar uma aparência para elas. Elas precisam de ajuda para compreender sua realidade.

Diógenes, outro filósofo da Antiguidade, certa vez quando Alexandre, o Grande foi visita-lo perguntou: Quais eram seus planos para o futuro. Alexandre respondeu: Conquistar e subjugar a Grécia. “E depois disso?” indagou o filósofo. Depois pretendo conquistar e subjugar a Ásia Menor, respondeu Alexandre. “E depois disso?” Conquistar e subjugar o mundo. “E depois disso?” Descansar e se divertir, respondeu Alexandre. Então porque você não poupa esse trabalho todo e começa a descansar e se divertir agora mesmo? Diógenes tentava fazê-lo compreender o porquê ele fazia aquelas buscas.

Vivemos para alcançar o Sucesso, mas na verdade as pessoas que tiram mais prazer do sucesso são as que tiram mais prazer da busca do sucesso. Já não é segredo que o Sucesso se encontra na viagem, não apenas na chegada ao destino. O que ainda era segredo é que você já pode estar sendo um Sucesso hoje e nem sabe.

Luciana Sereniski
CRP 12/06912

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Reprogramando para obter Prosperidade

09:21


Qualquer coisa que você precise ou deseje verdadeiramente está ao seu alcance. Para isso basta acreditar na possibilidade de obter o que você procura, desejá-lo com fervor, visualizá-lo e estar disposto a aceitá-lo.
Uma das causas mais comuns do fracasso em obter o que se busca é a “programação da escassez” desde a época de infância ou até mesmo de vidas passadas, para os que acreditam. 

É mais ou menos assim:
...Não há o suficiente para mim.
...Viver é sofrer.
...Só alcanço meus objetivos com sofrimento.
...É egoísmo ter o suficiente enquanto outros não tem nada.
...A vida é dura e cheia de dificuldades.
...Ser pobre é difícil, mais fácil é alcançar a Deus.
...O dinheiro é sujo.
...Dinheiro não nasce em árvore.
...É preciso trabalhar muito para ter as coisas.

Todos esses, entre outros pontos de vista, são falsos. Só servem para nos impedir de atingir nossos desejos, sonhos e objetivos. Eles existem devido ao desconhecimento da maneira como o universo funciona ou a má interpretação de alguns importantes princípios da lei do universo, “a lei da atração”. 

Embora todos os meios existentes hoje no universo nos mostrem cenários que comprovam que a miséria, a fome, a pobreza, o perigo, etc. existem, são reais, somente são reais devido a nossa criação errônea, nosso desconhecimento de que ao pensar negativamente com forte emoção estamos criando essa realidade. Na verdade existe mais que o suficiente para todos se estivermos dispostos a abrir nossa mente para o conhecimento, e coração, para essa possibilidade. O universo é generoso e abundante e todos nós somos herdeiros dessa riqueza. 

Examine suas crenças, formas-pensamentos, atitudes, sentimentos e verifique se você está atrapalhando o seu próprio progresso. E examine: 

....O que realmente você quer?
....Quer ser uma pessoa bem sucedida?
....Quer ser feliz?
....Quer ter um bom companheiro ou companheira?
....Quer uma vida próspera?
.... Quer um corpo saudável?
....Quer filhos amáveis?
....Quer a paz no mundo?

Se você não puder imaginar um mundo dessa forma ao seu redor será difícil criar o que você deseja para depois torná-lo realidade. Quanto mais pessoas felizes, maior a energia de felicidade e abundância na Terra ... mais pessoas felizes surgirão. 

Para criar prosperidade precisamos nos visualizar já vivendo tal situação e colocarmos nossa emoção e felicidade no que desejamos, nunca esquecendo de sermos eternamente gratos por tudo o que já temos.


Algumas afirmações positivas para se repetir constantemente, com consciência:

· Neste momento liberto-me de toda crença, forma-pensamento ou hologramas irreais criados por minha mente inexperiente.

· Neste momento me liberto e dissolvo toda culpa, temores, ressentimentos, decepções e rancores que vinham se acumulando no meu ser.

· Nesse momento me liberto de meu passado.

· Vejo a prosperidade na simplicidade.

· O universo é rico e todos nós podemos desfrutar de sua riqueza.

· A prosperidade é um estado natural do meu ser.

· Aceito a prosperidade em minha vida, em todos os meios.

· Sou rico, feliz, saudável, abundante e próspero.

· Aceito toda felicidade e prosperidade que o universo possa me oferecer.

· Sinto-me completamente satisfeito e rico com minha situação financeira.

· Tenho o emprego que desejo e recebo o salário que desejo e mereço.

· Sou eternamente grato(a) por tudo que tenho e tudo que sou.

· Atraio do universo somente pessoas verdadeiras e com sabedoria que me ensinam algo de valor que me faça evoluir.

· Sou sábio(a) e tudo posso naquele que me fortalece.

· Estou sempre protegido e meus caminhos fluem com tranquilidade, cheios de luz, amor puro e verdadeiro e muita paz.

· Eu me amo por tudo que sou e tudo que tenho.

· Onde quer que eu esteja sei que há sempre um bem infinito, uma sabedoria infinita, uma harmonia infinita e um amor infinito.

Luciana Sereniski
CRP 12/06912

Autodesenvolvimento

Autoestima - O que a alimenta

16:13


Autoestima é a confiança que cada um tem na sua capacidade de pensar, confiança na sua habilidade para lidar com os desafios da vida, a convicção de que poderá afirmar as suas necessidades aos seus semelhantes, é acreditar que tem o direito de vencer e ser feliz. A autoestima é dinâmica para o psíquico, assim como o sistema imunológico é para o corpo.

A qualidade da autoestima não é sustentada pela quantidade de dinheiro, bens ou intensidade de consumo. Você pode ter tudo isso, é legítimo. Mas quanto pior é a autoestima, mais a pessoa necessita demonstrar status, poder, intelectualidade, dinheiro. O quanto se ama e se valoriza mantém ou não sua autoestima e consequentemente sua saúde mental.

Para a autoestima é importante você ter ações assertivas, tomar as atitudes com segurança e não tomar e se arrepender depois, pois isso vai gradativamente gerando autodepreciação, culpa, autopunição. A saída é sempre ser gentil consigo mesma. Quando acontecer das ações não serem assertivas é importante evitar o excesso de exigência à perfeição e imediatamente se perdoar pela tentativa que deu errada, evitando assim a autodepreciação, o sentimento de culpa, e consequentemente a autopunição, que prejudicam a autoestima. E cada vez mais buscar que as ações sejam conscientes.

Tudo que envolve autoestima envolve a consciência, porque é conhecendo a si mesmo que você saberá das suas capacidades para poder amá-las, valorizá-las e supri-las. Quando a pessoa ignora as suas necessidades, interesses e desejos e se sujeita a relacionamentos, tarefas e atitudes que contrariam suas convicções íntimas, ela estará se traindo, ferindo sua autoestima, exceto se ela faz aquela escolha consciente. Fique atenta a você, a como você fala, anda e se relaciona com as pessoas, suas manias, gafes, virtudes, isso é bom indicativo de como está sua autoestima. Reveja o inventário das coisas prediletas: cores, músicas, roupas, pessoas, comidas, pois a baixa autoestima pode nos fazer aceitar coisas que nem apreciamos.

Autoestima comporta a autoaceitação. Aceitar-se é estar do próprio lado, agir à seu favor. As pessoas com dificuldade de aprender normalmente são pessoas que não se aceitam. Quando não nos aceitamos, inconscientemente recusamos um crescimento significativo. O caminho para restauração é você empreender ações que visem despertar pensamentos e atitudes de autoafirmação, como repetir em voz alta: "Eu me respeito, tenho o direito de ser quem eu sou".  Muitas pessoas mudam de personalidade e não de atitudes.

Quem tem autoestima se considera responsável por sua própria felicidade. Chama o controle de sua vida para si. Tem intencionalidade, não compactua com: deixa a vida me levar, se Deus quiser, quem sabe um dia, vamos ver no que vai dar. Isso é transferir a responsabilidade para Deus, para a Vida, para o Universo. A autoestima não está preocupada com o resultado, mas com o que acontece enquanto se caminha em direção ao que se quer. 

A autoestima se ofende quando nos comportamos de forma conflitante com o que julgamos apropriado, perdemos o respeito por nós mesmos.  Ela solicita a integridade pessoal, a congruência entre aquilo que eu falo e faço. Parece muito, mas se tivermos essa responsabilidade de pensamento e sentimento congruentes nas pequenas coisas diárias, logo ali estaremos sendo exemplo de autoestima. E o mundo está precisando. 

Luciana Sereniski
CRP 12/06912


Deusas e a Mulher

Héstia/Vesta : deusa da Lareira e do Templo, mulher sábia e solteira

16:54


AS CARACTERÍSTICAS NÃO SÃO NEGATIVAS OU POSITIVAS. TUDO DEPENDE DA PERSONALIDADE E DO CONTEXTO. 

Representada pela chama viva no centro do lar, do templo e da cidade.

1 - Virgem venerável.

2 - Não são dominadas pelas características de Afrodite, sedução por exemplo.

3 - São difíceis de serem dominadas pelo prazer.

4 - É uma deusa honrada.

5 - Gosta de rituais, principalmente envolvendo o fogo.

6 - Faz de uma casa um lar.

7 - Não gosta de se aventurar pelo mundo.

8 - Sempre vai preferir ficar em casa.

9 - Não é uma mulher vitimada por ninguém.

10 - É focada no que lhe interessa.

11 - Tem boa concentração, não se perturbando pelas necessidades dos outros.

12 - Consciência enfocada - Em latim a palavra “lareira” é focus.

13 - Focada em sua experiência interior e subjetiva e não no exterior.

14 - Fica totalmente absorvida quando medita.

15 - Aprende olhando para o interior e sentindo intuitivamente o que está se passando, entrando em contato com seus valores e trazendo ao foco o que é pessoalmente significativo.

16 - Tem capacidade de obter insights de temperamentos de outras pessoas, facilmente, e ver padrões ou sentir o significado de suas ações.

17 - Enxerga com clareza de detalhes o funcionamento dos outros.

18 - Pode se tornar emocionalmente imparcial ou desatenta aos outros ao seu redor, enquanto atende a seus próprios interesses.

19 - Tendência a se retirar da companhia dos outros.

20 - Busca sempre calma e tranquilidade, muitas vezes na solidão.

21 - Acha que tomar conta da casa é tarefa significativa e não uma “tarefa”.

22 - A mulher que adquire um sentimento de harmonia interior, conforme executa as tarefas diárias está em comunicação com Héstia.

23 - Para ela cuidar dos detalhes de um lar é uma atividade fundamental equivalente à meditação.

24 - As 3 deusas virgens, quando terminam suas tarefas: Héstia, sente-se bem interiormente; Atenas, tem sentimento de realização; Ártemis, fica simplesmente calma.

25 - Quando uma Héstia empreende as tarefas do lar, ela está no que os gregos chamam de Kairós, ela participa do tempo. Ela não se preocupa com o tempo e não tem noção dele.

26 - Gosta de manter o anonimato.

27 - Não são personalidades que gostam de colunas sociais e fama.

28 - Podem ser consideradas pelos seus parceiros como “garantidas”.

29 - Gosta de estar em comunidades religiosas, espirituais, de contemplação, oração.

30 - As freiras, monjas, compartilham esse arquétipo: Héstia.

31 - Não tem apego a sua identidade, a abdicam pelo Todo, pelos outros.

32 - Gostam de retiros espirituais.

33 - Héstia, sendo presença interior, a mulher não fica ligada nas pessoas, nas consequências, posses, prestígio ou poder. Por sua identidade não ser importante, ela não fica ligada às circunstâncias externas.

34 - Não fica arrasada pelo que acontece.

35 - Não é compulsiva, nem consumista.

36 - Mulher sábia.

37 - Ótima conselheira.

38 - É calma, mantêm sentimento e necessidade de ordem.

39 - É organizada.

40 - É diligente.

41 - Quando a mulher busca aquele momento de silêncio, de paz, um canto seu, é Héstia que ela busca.

42 - É a deusa que tem mais facilidade de estar no agora, presente, e permanecer.

43 - É introvertida.

44 - Tem um “estado de graça”.

45 - Normalmente é quieta e reservada.

46 - Sua presença cria calor pacífica no ambiente.

47 - Aprecia a solidão.

48 - Quando criança é agradável e bem comportada, não teimosa.

49 - É autossuficiente.

50 - Héstia é como uma velha alma.

51 - Nem sempre tem infância feliz.

52 - Normalmente o pai dessa mulher/Héstia é autoritário e a mãe sem poder, ineficaz, às vezes deprimida.

53 - Suas necessidades infantis normalmente nunca foram levadas à sério.

54 - Em situações acima citadas, cada deusa age diferente: Héstia se retira para seu interior para buscar força e seguir a vida.

55 - Tem sensação de que é diferente dos outros que a cercam.

56 - Não usa muitas personas.

57 - É ou parece tímida.

58 - É desapegada e independente.

59 - É centrada.

60 - Se ausenta dos dramas sociais.

61 - Se ausenta das grandes paixões ou de contrair compromissos.

62 - Pode se tornar isolada socialmente.

63 - É simpática.

64 - Pouco competitiva.

65 - Não segue os desejos dos pais, mas os seus.

66 - Não se interessa por procurar maridos.

67 - Também podem não se interessar em se preparar para uma profissão.

68 - Falta ambição.

69 - Não valoriza o poder e as estratégias.

70 - Trabalham com perseverança, mas não gosta de se expor. 

71 - Não entra em fofocas e conversas fúteis.

72 - Nunca parece apressada.

73 - Tem poucas amigas.

74 - Não se engaja em política.

75 - Tem o dom de ouvir.

76 - Se não tiver outra deusa atuando nela, a mulher Héstia, não se importa muito com a sexualidade.

77 - Pode não ter orgasmos.

78 - Se gosta de sexo, o encara como um ritual.

79 - É a boa esposa.

80 - Não compete com o marido.

81 - A fidelidade do marido nem sempre é essencial para ela.

82 - Não precisa de um homem para sentir-se emocionalmente completa.

83 - Pouca agressividade.

84 - Não faz o tipo sexy.

85 - Normalmente são casadas com homens de negócios, viajante, empresário, alguém voltado para o mundo exterior.

86 - Não é ambiciosa com seus filhos.

87 - Filhos de Héstias não tem problemas maternos para serem resolvidos posteriormente.

88 - A meia idade pode ser seu melhor momento.

89 - Pode ser aquela “tia solteirona”, que faz tudo pelos sobrinhos.

90 - Sua dificuldade está em encarar o mundo exterior e ser bem sucedida nele.

91 - É positiva.

92 - Não expressa seus sentimentos amorosos muito bem.

93 - Não tenta deixar sua marca no mundo.

94 - Pode não ter boa autoestima.

95 - Mulher honesta.

Luciana Sereniski